domingo, 10 de outubro de 2010

Plantas. Pautas. Putas.

Plantas. Pautas. Putas. Detalhes de uma rotina triste e simples. Olhares sublimes do lado de cá da vida.

Ausência. Descrença. Nada que tenha restado seu. Nada físico, típico, palpável. Nada que dê cor a essa rotina triste, simples.

Não. Eu não quero acreditar que ainda estaremos juntos. Quero que as esperanças fodam-se. Longes. Libertas. Vão!

Sim. Eu ainda procuro você pelas ruas da cidade, pelos vácuos. Pequenos restos mortais diários. “Que tolo”, você diria, eu sei. Eu concordaria, eu sei – discordar nunca foi o meu forte. Mas estamos à beira de um colapso. Eu riria, como sempre que estamos por perto, independente da situação. É que estar por perto é alcançar a infinidade das coisas: manhãs, flores, palavras, breves suspiros, pequenas epifanias, Caios, Clarices, Bethânias, cafés, caminhadas, todos os mares e lares. Lembranças pros dias frios, quentes, úmidos.

Pra todos os dias.


Me devolve tudo o que já era bom.

4 comentários:

  1. Vi,foi meio q um desabafo saudoso o q escrevestes?
    ORGULHO DE VC, orgulho de como junta as emoções e as joga pra fora !!

    Te amooo meu fofonildo !! =]

    ResponderExcluir
  2. Ai vc tá tão Caio, tão gostoso ler,
    tão louco, vivo, intenso, sublime, solar, ardente...rs!
    São tantos adjetivos vou parar por aqui.

    Explode coraçãoooo, ai lindo demais!
    3 BJOS!

    ResponderExcluir
  3. Essas morfologias galopantes são, de fato, uma intriga pessoal minha. Espero ter compreendido, espero ter 'per-ser-bido', bicho.

    ResponderExcluir