segunda-feira, 5 de abril de 2010

silêncio e adeus.

Eu sei do teu corpo e silêncio
Do que os meus olhos jorram em teus destinos
Todos meus.
Tudo é silêncio e adeus.
Deixo que o tempo escorra
E que morra em mim a falta de fé;
Ser teu, e no que eu puder,
Trazer-te em mim, e para mim,
Teu corpo sem fim
Em que infinito prazer eu padeço
Homem,
Bicho,
Aceso. . .

2 comentários:

  1. Poeta, a cada vez que eu venho aqui eu me impressiono mais. Meldels! Que dom lindo.

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